Concurso Público Nacional de Projetos de Arquitetura e Complementares para a Sede IAB/DF + CAU/BR


Inscrição Nº 128


Ex.mo. Sr. Promotor, Moralmente e constitucionalmente o referido Concurso Público Nacional de Projetos de Arquitetura e Complementares para a Sede IAB/DF + CAU/BR haveria de ser formatado para arquitetos e não empresas de arquitetura, já que se trata de um projeto para aquelas instituições das quais representam os arquitetos do Brasil e não necessariamente empresas de arquitetura. Tais instituições recebem o aporte de profissionais para depois excluir-las de um concurso, ou obrigar-las a terem uma empresa para exercer a profissão? Seria o mesmo que pedir a um advogado que constitua uma empresa para participar de concursos? Estamos falando de trabalho intelectual, que neste caso não se justifica enquadrar o concurso exclusivamente para empresas, sobre tudo tratando-se da Casa dos Arquitetos! Participei com o meu CNPJ em estado irregular com a intenção de manifestar o descontentamento de quase que a totalidade dos arquitetos Brasileiros - pessoas físicas que vislumbraram através de seus diplomas ter a oportunidade de exercer as suas profissões sem a obrigatoriedade de identificarem-se como pessoas jurídicas. Se fosse um concurso para um investidor qualquer, é compreensível ele exigir que sejam projetos oriundos de empresas, mas neste caso, estamos falando de instituições que representam os arquitetos e recebem, quase que na totalidade, o aporte de arquitetos porque estas representam os arquitetos, então seria imoral desqualificar ou rejeitar tais profissionais de uma obra que os representem. Solicito que seja CANCELADO o refeito concurso e reaberto para TODOS os profissionais diplomados em arquitetura e não 1% ou algo assim. Atenciosamente Martín Ignácio Izarra